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quarta-feira, 2 de junho de 2010

FESTIVAL ECOLÒGICO EM LIMEIRA

2º Ecodança vai acontecer nos dias 5 e 6 de junho Vem aí a segunda edição do Festival Ecodança, realizado com a direção de Riberto José Bastelli, em parceria com a Prefeitura de Limeira, com o apoio da Secretaria da Cultura, da Secretaria do Esporte, da Secretaria da Educação, do Ceprosom e da EMCEA (Escola Municipal de Cultura e Artes), além dos patrocinadores D de Dança, Dj Fran, Redecon, Portofama e Clínica Veterinária Zoomed. Será realizado no próximo final de semana, no Teatro Vitória, nos dias 5 e 6 de junho, sábado e domingo. O tema do festival será voltado a reciclagem. Na edição passada foi abordado o tema água. O Ecodança visa divulgar a cultura ecológica através da dança, sempre lembrando da necessidade e reconhecimento dessa arte.. Durante os dois dias serão ministrados seis cursos além da competição de dança. No sábado dia 5, o espetáculo terá início as 19 horas e no domingo dia 6, as 17 horas. O evento é recomendado para todas as idades e os ingressos custam R$ 10,00 (iinteira) e R$ 5,00 (meia entrada), e estarão sendo vendidos na bilheteria do Teatro Vitória. Mais informações pelo telefone (19) 3451.6679 ou pelo e-mail teatrodivulgacao@yahoo.com.br . Ítalo Ferreira – Estagiário de Jornalismo Teatro Vitória - Secretaria Municipal da Cultura Prefeitura de Limeira/SP (19)3451.6679 teatrodivulgacao@yahoo.com.br

ARRAÌ EM LIMEIRA

Festa Junina Municipal é neste fim de semana A tradicional Festa Junina Municipal de Limeira acontece neste fim de semana, nos dias 4, 5 e 6 de junho, na pista de atletismo do Tiro de Guerra. Na sexta-feira e sábado, o evento ocorrerá das 19 à 1h. Já domingo, o horário da festa será das 19 às 23h. A festa contará com barracas de churrasco, cachorro-quente, pastel, cuscuz, lanche de calabresa, doces típicos, pipoca e algodão doce, além de vinho quente, quentão e bebidas em geral. Para as crianças, haverá pescaria e brinquedos infláveis. Na sexta-feira o show é da banda Parada Sertaneja; sábado a animação fica por conta das duplas Enrick & Daniel e Julio César & Julio César e Juliano e domingo, encerrando o evento, a Orquestra de Violeiros da Escola Livre de Música e o Trio Forró Gandaieira. Esse ano haverão diversas tendas instaladas para evitar a propagação do som. “Com isso queremos evitar reclamações”, explica o secretário de Turismo e Eventos, Marcos Camargo. Os ingressos para a Festa Junina Municipal serão vendidos a R$ 2,00 e crianças menores de 12 anos não pagam. Toda a renda da festa, incluindo bilheteria e consumo nas barracas, será revertida às entidades assistenciais cadastradas no Ceprosom. A realização da Festa Junina Municipal é da Prefeitura de Limeira, através da Secretaria de Turismo e Eventos, além do Ceprosom (Centro de Promoção Social Municipal) e do Fundo Social de Solidariedade. Confira a relação das entidades assistenciais participantes na Festa Junina Municipal: A Palavra de Deus; Círculo de Amigos do Menino Patrulheiro (CAMPL); Centro Comunitário Paróquia São Benedito; Cantinho do Vovô; Casa de Apoio aos Romeiros Nossa Sra. Aparecida (CARA); Casa de Misericórdia; Casa da Vovó; Grupo de Amigos para Valorização da Infância e da Adolescência (Gavia); Centro Social Frederico Ozanan; Centro Comunitário Oásis; Departamento de Promoção Social Santa Rita de Cássia; Centro Social Sul; Dispensário Assistencial Santa Isabel; Casa da Sopa; Fundo Social de Solidariedade Municipal; Tiro de Guerra; Associação Limeirense de Atletismo (ALA); Pastoral da Criança. Néliane Simioni Secretaria Municipal de Turismo e Eventos de Limeira Avenida Maria Thereza S. de Barros Camargo, 1525, Jd. Aquarius. CEP 13484-270 / Limeira - SP / Fone: (19) 3495-1350 E-mail: comunicacaoturismoeeventos@gmail.com .

SUPLICY APOIA CHAPA 1

"A Chapa 1 que disputa as eleições para a renovação da Diretoria do Sindicato dos Metalúrgicos, vinculou vinhetas de 30 segundos na TV e na rede, com depoimentos do Senador Eduardo Suplicy e o ex Deputado Estadual Renato Simões. Veja o link do youtube abaixo, edição do publicitário Daniel Lazari ". http://www.youtube.com/watch?v=PbIylvjioUo

PUNIÇÂO AOS TORTURADORES E ASSASSINOS DO GOLPE DE 64

Relatório da Anistia Internacional critica violência policial no Brasil Para ONG, há ligação entre a violência atual com a impunidade na ditadura. Entidade critica alterações ao Plano Nacional de Direitos Humanos. A precariedade do sistema carcerário e a violência policial foram os principais motivos de crítica ao Brasil na edição 2010 do relatório anual sobre direitos humanos da Anistia Internacional. A ONG, que monitora violações contra os direitos humanos em todo o planeta, relacionou o problema relacionado às forças de segurança do país com as recentes modificações do governo brasileiro no Plano Nacional de Direitos Humanos. Em contrapartida, a organização reconheceu avanços no combate à desigualdade social e em reformas “limitadas” na área de segurança pública. Os dados do relatório, referentes ao ano de 2009, foram anunciados na noite desta quarta-feira (26), em um levantamento que avaliou condições humanitárias em 159 países. No estudo, toda a América Latina foi citada negativamente como uma região com alta ocorrência de mortes ilegais cometidas por forças de segurança (citando em especial países como Brasil, Jamaica, México e Colômbia). No caso brasileiro, a entidade ressalta “uso excessivo de força, execuções extrajudiciais e torturas cometidas por policiais”. Também relata que “centenas de homicídios não foram devidamente investigados e houve poucas ações judiciais”. De acordo com Tim Cahill, porta-voz para a organização no Brasil, há uma forte relação entre a violência policial citada no relatório e a impunidade para crimes hediondos ocorridos no passado, especialmente durante a ditadura do regime militar (1964-1985). Cahill criticou com veemência a decisão do Supremo Tribunal Federal (STF), tomada em abril deste ano (portanto não contemplada no relatório), por 7 votos a 2, de não revisar a Lei da Anistia - que prevê a exclusão de punições para acusados de crimes políticos e conexos a eles entre 1961 e 1979. Leia a matéria na integra aqui: http://ow.ly/1SYvH .

ESTRÉIA DO BOMBA ANATÔMICA

DIA DA IMPRENSA

“1º de Junho: Dia da Imprensa”.
FONTE: http://www.ibge.gov.br/ . Até o ano de 1999, o dia da imprensa era comemorado era o dia 10 de setembro. Mas você sabe por que a data mudou? Foi em 10 de setembro de 1808 que circulou pela primeira vez a Gazeta do Rio de Janeiro, um periódico oficial que servia à Corte. Até esse ano, eram proibidas a circulação e a impressão de qualquer tipo de jornal ou livro. Porém, havia um jornal que, antes da criação da Gazeta do Rio de Janeiro, já circulava clandestinamente: era o Correio Braziliense, produzido pelo jornalista gaúcho Hipólito José da Costa Pereira Furtado de Mendonça. Se na época as publicações brasileiras eram proibidas porque a Corte Portuguesa temia que os brasileiros fossem influenciados pelas idéias de liberdade, igualdade e fraternidade que circulavam pela Europa, o Correio Braziliense tinha que permanecer clandestino porque simpatizava com tais pensamentos. O Correio Braziliense foi lançado em junho de 1808, ou seja, três meses antes da Gazeta. Somente em 1999 foi reconhecido oficialmente como pioneiro na história da imprensa brasileira e então, foi criada uma lei que determinava a mudança do dia da imprensa para 1o de junho. COMO A IMPRENSA SURGIU? Pode-se afirmar que a imprensa escrita teve seu início na Itália do século XVI. Nesse período, começaram a circular as folhas volantes, anunciando grandes eventos. Na Alemanha e na Holanda, por exemplo, já existiam publicações com periodicidade mais ou menos regular. Na Inglaterra do século XVII também surgiram folhas de notícias denominadas coranto. O conteúdo dessas folhas, no entanto, tratava do movimento do mercado financeiro, algumas impressas pelos próprios banqueiros. Só a partir dos séculos XVIII e XIX é que a imprensa passa a ser um meio de exposição de idéias, pontos de vista e opiniões. Intelectuais renomados deixam de lado a prosa dos salões para se dedicar ao texto combativo e militante das redações de jornal. Estes, por sua vez, já estavam remunerando o trabalho escrito. NO BRASIL Os jornais "O Correio Braziliense" e "A Gazeta do Rio de Janeiro" foram os dois principais periódicos que surgiram em 1808 no Brasil. Levaram para as suas redações os melhores escritores da época, como já acontecia na Europa. No início, os textos apresentavam um estilo literário, mas depois foram mudando, adquirindo formato próprio, com ênfase nas grandes reportagens, seguindo o modelo americano de escrever para jornais. A influência do jornalismo norte-americano, aliás, ainda é muito marcante na imprensa brasileira. Um exemplo dessa influência são as chamadas revistas semanais, "Veja", "Isto é", "Época", que copiam a bem-sucedida "Time". Elas têm em comum fazerem uma análise mais aprofundada dos fatos ocorridos e publicados durante a semana. Extraído: http://ow.ly/1SXJe .

COPIANDO E REPASSANDO

"Esta secção, tem como objetivo socializar através da leitura dos posts uma obra literária de vulto. Todo dia será postado um texto do livro a ser abordado. Quem tiver sugestões e queira colaborar, envie nome das obras ou as mesmas para este exercício de compartilhar arquivos e conhecidos. Endereço Eletrônico: revupoeta@yahoo.com.br ou revupoeta@gmail.com “.
A OBRA
O segundo livro desta secção é 111 AiS, do escritor Curitibano Dalton Trevisan. Trata-se de mais uma colêtanea de textos, micro contos, retirados de obras do autor: Ah é?, 234, e pico na veia. Dono de textos que em sua maioria tratam do cotidiano e de sua bela cidade natal, Dalton Trevisan, tem no curriculo obras do calibre de: Morte na Praça (1964), Cemitério de Elefantes (1964) e O Vampiro de Curitiba (1965), seu livro mais famoso.
TEXTO
66. - Que achou do meu pudim de laranja? - Bem gostoso. Só que a massa um tantinho dura. A mulher abre a boca, mas é a vez da filha: - Vocês, homens. Em vez de agradecer, sabem só reclamar. Devia dar graças que alguém faça pudim pra você. Tanta gente sem pão e esse cara reclama do pudim. - Pêra aí. Eu disse que... A mulher: - È mesmo um paxá. Alguma vez foi para cozinha e fez um pudim? - Mas eu gostei do pudim. Só achei a massa um pouquinho... um nadinha ... A filha: - Pô, de novo? Para de reclamar, ô meu. A mulher, com a ultima palavra: - Calma, filhinha. Não grite com esse aí. Mal agradecido. Mas é o pobre do seu pai.